A importância do marketing pessoal na era digital: como construir uma identidade visual e estratégia eficazes

Como construir uma identidade visual e estratégia eficazes para profissionais liberais, artistas e influenciadores

No mundo altamente competitivo de hoje, ter um bom produto ou serviço não é suficiente para garantir o sucesso como profissional liberal, artista ou influenciador. É preciso ir além e investir em uma estratégia de marketing pessoal eficaz, que permita destacar suas habilidades e competências, e construir uma presença online forte e impactante.

Uma das primeiras etapas para construir um bom marketing pessoal é desenvolver uma identidade visual consistente e atraente, que transmita seus valores e diferenciais de forma clara e memorável. Isso envolve desde a escolha de uma paleta de cores e tipografia que reflita sua personalidade e estilo, até a criação de um logotipo ou ícone que possa ser associado diretamente à sua marca pessoal.

Além disso, é importante ter uma estratégia clara para as ações online, que leve em consideração não apenas as redes sociais mais populares, mas também as plataformas específicas do seu segmento de atuação. Isso pode envolver a produção regular de conteúdo de qualidade, a interação com seguidores e colegas de trabalho, o networking com outros profissionais e influenciadores do seu ramo, e a utilização de ferramentas de análise e métricas para avaliar o desempenho das suas ações.

É fundamental ter em mente que o marketing pessoal não se trata apenas de se promover de forma egocêntrica, mas sim de construir relacionamentos de confiança com seus clientes, seguidores e parceiros de negócio. Para isso, é importante ser autêntico e transparente em suas ações e comunicações, e buscar sempre agregar valor à sua audiência, oferecendo informações relevantes e soluções práticas para as suas necessidades.

Em síntese, investir em um marketing pessoal eficaz é imprescindível para se destacar em um mercado altamente competitivo e conquistar novas oportunidades de negócio e parcerias. Ao desenvolver uma identidade visual consistente e uma estratégia clara para as ações online, é possível aumentar sua visibilidade, fortalecer sua reputação e construir relacionamentos duradouros com sua audiência. Lembre-se sempre de ser autêntico e transparente em suas ações e comunicações, e de buscar oferecer valor para seus clientes e seguidores, de forma a construir uma presença online forte e impactante.

Se você está em busca de ajuda profissional para desenvolver sua estratégia de marketing pessoal, a ib8 comunicação pode ajudá-lo(a)! 

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Para achar a solução: “Continue a nadar”

Sim. Esse texto é uma analogia com a filosofia da Dory. Mas não desista porque vale a pena!

Quem assistiu a premiada animação da Pixar de 2003 com certeza lembra dessa frase da pequena e inocente Dory. Com todo seu carisma ela acaba sendo um grande apoio para um pai que procura o filho desesperadamente e ainda uma inspiração e liderança de um cardume de peixes para voltar a água e escaparem da rede de pescadores.

E o que um filme de animação tem relação com o marketing do meu negócio?

Nada. (brincadeira, era só piada). Tudo! O conceito apresentado no filme, de coragem, desafios e sempre enxergar uma luz no fim do túnel e superação todos os dias. É a típica vida do empreendedor, não é mesmo?

Na comunicação não é diferente. Assim como outras áreas da sua empresa não podem faltar estoque, matéria-prima, limpeza, treinamento e/ou organização, na publicidade, além de planejamento e estratégia de marketing, a frequência e sequência são fundamentais. 

Mas não necessariamente precisa ser todos os dias e nem a todo momento, pois existe uma linha tênue entre estar presente online e ser chato (o que vai espantar a sua audiência).

Encontrar esse equilíbrio não é fácil, depende muito do nicho de mercado que atua, o perfil da sua audiência e o produto/serviço que entrega. Esse tripé tem que estar em perfeita harmonia, costurado pelo planejamento de ações traçado junto à agência que te auxilia.

Exemplificando o que estou falando: No caso de uma padaria gourmet (alô familiare), obrigatoriamente ele tem de informar todos os dias o seu público o que está acontecendo, desde um pão quente que saiu, o cardápio do almoço e mesmo uma ação de troca de buffet para a noite. Isso não vai “soar” como incômodo, pois o produto que ele vende é um bem de consumo diário e pode auxiliar o pai ou mãe a não esquecer de levar o jantar para a casa ou o pão para o lanche do filho do dia seguinte. Essa é a função da rede social para o varejo, correto? Sim, mas nem tanto!

No caso de uma empresa de material de construção, que também é varejo, se ela falar todos os dias com sua audiência sobre produto, produto, produto, vai “ultrapassar o limite” e pode expelir esse potencial cliente. Essa empresa pode sim falar todos os dias, mas de forma instrutiva, gerando conteúdo relevante e inteligente, dando referência de decoração, acabamentos, cases de sucesso e trabalhar o promocional somente no tráfego pago, por exemplo. Dessa forma ela vai impactar somente a sua audiência que está em um momento de compra, seja ele inicial ou final, mas que já enxerga a empresa como referência.

Para encerrar, a dica que deixo é: Independente do volume, mantenha uma constância. Nos stories foque em bastidores, dicas, enquetes e perguntas, sempre interagindo com sua audiência. Tente manter uma sequência de pelo menos 3 a 4 stories por semana. No feed mantenha uma frequência que faça sentido para o seu público, seja 1 ou 7 posts por semana. Fique firme, mantenha a conduta, nunca reduza e lembre-se sempre “continue a nadar!”

NÃO SEJA O CLIENTE CHATO!

E isso não é uma indireta para nenhum cliente nosso, é apenas uma reflexão.

Ninguém gosta de um cliente chato, isso é claro. E se você quiser saber como lidar com essas pessoas, tem diversos artigos por aí com dicas ótimas. Mas hoje eu não vim falar sobre isso, mas sim trazer uma reflexão para que não SEJAMOS O CLIENTE CHATO. E isso pode ser aplicado em diversas ocasiões, no restaurante que frequenta, no posto que abastece e até na loja de roupas. Mas hoje eu vim falar do que sou especialista: Comunicação.

Assim como médico e louco todo mundo tem um pouco, o brasileiro já nasce com a alma marketeira. Então é muito comum o cliente dar palpites durante o processo criativo. Isso é um erro? NÃO! Mas é importante estabelecer a relação do que é relevante para o seu público e o que VOCÊ gosta, pode não parecer, mas são coisas muuuuito diferentes. 

O cliente é o especialista na área dele, ou seja, ele que vai ter TODAS AS RESPOSTAS NECESSÁRIAS para um bom trabalho. Cabe à agência, como especialista em comunicação, dar TODAS AS PERGUNTAS NECESSÁRIAS. Se você, enquanto cliente, quiser ter todas as perguntas e respostas, sinto em lhe dizer, mas não precisa de uma agência e sim de alguém para executar suas ideias. Então, bora analisar esse cenário juntos? Partindo do príncipio que você realmente seja bom de marketing, é humanamente impossível dar conta de tudo (às vezes nem a gente dá conta da nossa própria rede). Por exemplo, além de gerir a sua empresa, você terá que fazer um planejamento e pesquisa de mercado, captar vídeos e fotos (e aqui eu não to nem colocando a edição), fazer a função de copywriting e social media. Até cansei e isso foi só no online!

Mas eu só quero dar ideias. Tem problema?

Claro que não! O problema aqui não é dar ideias e sim aprender a desapegar delas. Toda ideia é bem vinda e é assim que trabalhamos, mas nessa enxurrada de conceitos uma completa a outra e assim vai se construindo um projeto de milhões. A dica que dou é: Quer participar do processo criativo? Esteja aberto a receber resoluções de mente aberta. 

E para refletir: 

É muito normal, algum cliente nos chamar para uma conversa falando que precisa melhorar o marketing da empresa, o direcionamento, implantar inteligência de mercado, profissionalizar a área online ou mesmo iniciar o digital do zero. Mas uma coisa que eu escuto muito é: “Eu passei por várias agências e ninguém me entende”. Se ninguém consegue entender, será que TODOS estão errados mesmo? Ou eu que não consigo expressar de forma clara o que quero? 

Pense nisso e NÃO SEJA O CLIENTE CHATO.

 O que preciso saber antes de ter um site?

Executivo diante de um ponto de interrogação, ilustrando dúvidas antes de criar um site.

Site, loja virtual, catálogo online, landing page, hotsite… tudo é site, então a pergunta continua valendo se for outra coisa com o mesmo nome.

Antes de começar, quero responder a uma pergunta que ouço quase todos os dias: 

Não! O site não morreu! 

Muito pelo contrário. Por mais que consumimos horas por dia de rede social, quando queremos procurar qualquer coisa, desde a receita de omelete, uma notícia de última hora ou um restaurante com espaço kids, damos um “google”.

E de onde vem toda essa informação do google? Dos sites!

Mas esse conteúdo não é para falar o quanto o site é importante para o seu negócio ou como funciona um site, e sim uma cartilha do que você precisa saber quando pensar em ter um site.

Domínio (nome do site) 

Primeiro de tudo, antes até de pensar em ter um site, compre um domínio. O domínio é único, como um CPF ou E-mail, ou seja, se você pensa em um dia ter um site com o seu nome, compre o domínio desde hoje, pois provavelmente se tiver sorte, ele ainda está disponível para compra. 

Mesmo sendo o mais barato de todo o processo, ele é um dos mais complexos, pois além de ser único, por falta de conhecimento, muitos procuram agências, web designers, freelancers ou sobrinho de alguém para “ver isso”. Com isso, algumas pessoas compram o domínio das empresas em seu nome ou cnpj, e quando por qualquer motivo querem se desvincular a essa pessoa, acaba tendo que pagar resgate do domínio ou mesmo perder o domínio. 

Por isso, fica a dica, o domínio sempre deve estar no seu CPF ou CNPJ, e peçam para que pagar o boleto do mesmo, para conferir os dados. Qualquer coisa diferente disso desconfie.

Ps. investimento anual  – Veja aqui se o domínio que pensou está disponível!

Hospedagem

Depois do site construído, obrigatoriamente você vai precisar de uma hospedagem (sim igual de hotel) onde vai ficar armazenado os arquivos do site e seus emails com o nome do seu domínio (opcional). Procure hospedagens de confiança, analise o custo x benefício e vai com Deus. 

Ps. investimento mensal 

Rankeamento Google

Não! Não é simples. O fato de você ter um site não vai te colocar na primeira página do Google. Nem na segunda, quiçá você vai aparecer. Isso mesmo, o fato de você estar na internet não te faz existir na internet. Para tanto, o primeiro passo é ter um bom trabalho de SEO – Search Engine Optimization (otimização de mecanismos de busca) – que envolve desde a forma de construção do site, análise de palavra-chave, inserção de imagens de forma correta, atualização constante do site, geração de conteúdo, etc.

Ps. investimento mensal 

Tráfego Pago

Sendo uma Loja virtual o tráfego é inevitável, pois a concorrência online é alta e sua loja precisa se destacar. Se você tem um site institucional ou landing page, precisa gerar tráfego seja para gerar visualizações, lead, etc, você precisa investir em anúncios. 

Ps. investimento mensal

Em resumo, para ter resultado com um site, não existe almoço grátis. 

A conta não é simples, mas com um bom planejamento, inteligência no investimento e experiência de mercado, da pra alcançar as metas setadas. 

Como analisar se uma agência é ideal para minha empresa.

Realmente essa é uma pergunta capciosa, mas como sempre vou ser bem transparente com quem está lendo essa matéria e nem de longe entrarei em mérito de melhor ou pior, ou mesmo criar um ranking do que uma agência tem que ter, seja estrutura ou conhecimento.

A questão em análise é muito delicada, e merece uma grande atenção de ambos os lados, pois a contratação de um parceiro no marketing é muito mais que um fornecedor, pois o marketing é parte integrante da espinha dorsal de qualquer empresa.

Mas vamos aos cinco pontos que acredito que toda empresa deve ficar atenta na contratação de uma agência:

 

1 – Estrutura

Perceba que não vem ao caso se é uma “eugência” ou uma equipe de dezenas de pessoas. A questão é se quem você está contratando tem condições de atender a sua necessidade. Porque ao mesmo tempo uma agência enxuta pode ser pouco para a sua necessidade, uma grande pode extrapolar o seu orçamento. 

A Sugestão é encontrar equilíbrio entre o investimento x expectativa x resultado

 

2 – Bom Relacionamento

O marketing é um dos principais pilares da empresa, e ninguém vai conseguir trabalhar criatividade, planejamento e resultados com alguém que o “santo não bate” não é mesmo. Pra mim, esse é um dos pontos principais que devem ser considerados, pois não dá para negar a questão de relacionamento humano nessa equação.

3 – Portfólio 

Realmente o visual também é muito importante. Comemos com os olhos, compramos com os olhos. Mas não cai no erro de tentar ver o seu negócio materializado em outras peças, a ideia aqui não é essa. Tente enxergar além do alcance, Veja a linha criativa, os traços, o equilíbrio. Tudo isso tem que se encaixar na linha da entrega que espera para seu cliente. Se estiver tudo bem até aqui, vamos ao próximo item.

4 – Resultados  

Independente do segmento, ao final de toda equação, toda empresa procura a mesma coisa: Vender mais ou melhor, lucrar mais. Para isso, tente estimar na conversa, como a agência pretende fazer isso. Pergunte alguns cases de sucesso e veja se faz sentido para o seu negócio. Mas claro, não existe mágica e resultado a curto prazo. Tente traçar pequenas metas com planejamento que seja viável de ser executado. O segredo do sucesso é o método, organização, frequência e sequência.

5 – Como a Agência cuida da Agência? 

Essa é com certeza o Calcanhar de Aquiles da grande maioria das agências, como no ditado popular “casa de ferreiro, espeto de pau”. Somos prova viva disso, sabemos o quanto é difícil fazer a nossa própria rede, pois temos o álibi de estar cuidando de muitas contas. Mas na vida, tudo é questão de prioridade. Se a agência não cuidar direito da sua própria casa, como vai cuidar bem da sua, não é mesmo?

Em resumo, talvez não encontre com perfeição os cinco itens, então faça uma análise, faça um ranking com a sua percepção e tome a sua decisão.

Como vender seu produto sem vender seu produto?

É isso mesmo que você leu e não é clickbait. É estratégia!

Não foi um erro de digitação, nem estava bebendo uma cervejinha quando escrevi (ok, isso não é real). Mas o papo é sério e provavelmente você já faz isso inconscientemente através de gatilhos mentais.

What The Fuck Is Gatilho?

Os famosos gatilhos são estímulos que agem diretamente no hemisfério direito do cérebro, responsável pelo emocional.  E não se trata de hipnose ou algo do tipo, pois os fundamentos estão na psicologia, somos estimulados a todo momento para agir pela emoção e justificar com a razão. Que comprovar? Faça um teste rápido! Se um amigo nos convida para um jantar em sua residência, mais do que depressa nos sentimos na obrigação moral de devolver a benfeitoria ao anfitrião em nossa casa, não é mesmo? 

Outro exemplo clássico é quando recebemos uma indicação de um amigo e praticamente, nem nos esforçamos muito para vender, pois a validação da indicação já é um tremendo aval. Dentre os vários gatilhos mentais, estes dois estão entre os principais: “Reciprocidade” e “Prova Social”.

Esses estímulos são tão fortes e enraizados em nossa memória reptiliana que até com crianças de 3 a 4 anos já funciona. Faço algo legal para elas, que tenha um grande valor percebido e ela vai fazer questão de te devolver o agrado. Testa e me fala!

O gatilho da reciprocidade vem do período paleolítico onde era fundamental para a sobrevivência da espécie e do indivíduo. Um tinha carne, outro fogo e outro uma caverna para se abrigar. Todos se uniam e dividiam suas conquistas (segundo vozes da minha cabeça). Agora imagine isso no seu negócio. Dentro do seu nicho de mercado, o que você pode “dar” para seu cliente para que ele veja valor na sua ação?

Mas lembre-se, nem sempre o valor percebido está ligado ao valor material. Você pode dar pra ele um cupom de desconto, um brinde ou mesmo conhecimento. Isso mesmo! Em um mundo de tanta informação, quanto vale o conhecimento? (caraca, isso aqui dá um conteúdo bom também). 

Para finalizar, deixo aqui uma dica que sempre falo aos meus clientes: “Quanto mais conhecimento sobre um assunto o consumidor tem, melhor comprador ele se torna”.

O que a história de uma tourada tem relação com o meu negócio?

Vamos começar do início… assisti esse vídeo no meu Facebook (sim, eu também uso o face) e a legenda estava assim:


“Este touro estava cego de fúria nesta tourada. Mas sua raiva cessou ‘milagrosamente’ quando este senhor entrou na sua frente.”

Confesso que me chamou a atenção, e peço para que antes de continuar lendo, assista o vídeo. Vou te dar um tempinho, não vou sair daqui.

 

Assistiu? Até o fim? (Alerta de spoiler)

Agora vamos refletir sobre o ocorrido.
O touro “Capitão” estava enfurecido, P#*@to pra Kara@#%&*o, da mesma forma que ficamos as vezes, com vontade de empurrar qualquer a nossa volta que esteja ajudando a aumentar a fúria (ou próximo disso, as vezes ficamos piores).

Com nossos clientes é a mesma coisa. Eles também tem dias bons e dias ruins, como nós também acertam e erram, e o que vai fazer ter um relacionamento comercial duradouro, efetivo e fazer com que ele compre mais vezes, mesmo quando de alguma forma, nossos erros e acertos?

Bingo! O RELACIONAMENTO! Mas um relacionamento sincero, com afeto e carinho, com verdade, e principalmente, RECIPROCIDADE.

Bom, esse é meu ponto de vista, e por favor, se discordar, não precisa me “chifrar”, só expor o seu ponto de vista.

Efeito "Ayrton Senna" no seu Negócio

Isso mesmo, você não leu errado e nem foi troca do corretor. E é bem provável que mesmo de modo inconsciente, esteja pensando ou se perguntando: “O que um piloto tem a ver com o meu negócio ?”. Calma! Vou explicar, pois tudo tem um porquê.

Mesmo quem nunca assistiu uma corrida de F-1, sabem quem foi o piloto multicampeão Ayrton Senna. Quem teve o prazer de assistir as emocionantes corridas de F-1 no final do Século XX, sabia que, quando estava chovendo no autódromo, muito provavelmente ele ganharia a prova, independente de sua colocação na largada, porque Senna era o MELHOR PILOTO DIRIGINDO NA CHUVA.

Não que era um piloto regular no asfalto seco, muito pelo contrário, Senna foi considerado um dos melhores pilotos de todos os tempos. Mas nesse esporte (como é até hoje) para se tornar um pole position (quando inicia a corrida na primeira posição do grid de largada) ou mesmo somar os pontos necessários para se tornar campeão, é fundamental o equilíbrio entre carro e piloto. Ou seja, não basta ser o melhor piloto, seu carro tem que estar entre os 5 melhores, para ter possibilidade de disputar o título.

Em sua trajetória, sempre teve um carro mediano (para baixo), então para equilibrar, precisava usar todo seu talento e habilidade para suprir a capacidade do carro. A temporada de F-1, assim como outros esportes, dura praticamente o ano todo, com corridas em diferentes países. Para conseguir ser campeão, Ayrton Senna sabia que se dirigisse como todos, ficaria entre os primeiros, mas não o suficiente para ser o melhor, então precisava ter um diferencial. E agora já deu para entender a ligação com o empreendedorismo? Seja qual for o segmento, é necessário estar aberto a mudanças, para se adaptar há momentos “diferentes” ou “difíceis”, como essa pandemia, que está gerando uma crise financeira mundial.

Ai vêem a pergunta: Ayrton Senna era especial por ter bons resultados em chuva? Não! Segundo o próprio site do piloto: “Ao contrário do que muitos pensam, no início da carreira Ayrton Senna não era um exímio piloto em condições de chuva. Foi justamente por causa da dificuldade em sua primeira corrida de kart em solo molhado que o piloto resolveu aprimorar repetidamente a pilotagem no traçado úmido. Quando as primeiras gotas de chuva começavam a cair, Ayrton preparava o seu equipamento e partia rumo ao Kartódromo de Interlagos, que hoje tem o nome em sua homenagem: Kartódromo Ayrton Senna.” E esse hábito continuou mesmo em outras categorias, pois sabia que poderia ser um diferencial, nos treinos livres com chuva, enquanto todos aguardavam nos boxes, ele aproveitava para conhecer melhor a pista e o trajeto.

Reduzindo a velocidade e voltando ao nosso tema principal – Empreendedorismo e Comunicação – ouvi um podcast, justamente sobre negócios e crise, falando que: “em qualquer crise que tem reflexo financeiro, o dinheiro não some, ele simplesmente muda de lugar”.  Concordo com essa afirmação! O dinheiro não sumiu! Lógico que alguns setores estão sofrendo mais que outros. Com a quarentena, não podemos mais comer fora, e segundo os próprios empresários do setor, o volume de venda feita com os aplicativos de Delivery e entregas próprias não chegam a 30% do habitual. Mas as pessoas não deixaram de comer, certo? – pelo menos eu não..rs. (Não vou entrar no âmbito social e político, pois não tenho condições técnicas para falar sobre o assunto). As pessoas estão consumindo mais em casa, ou seja, todo valor antes gasto em restaurante e bares, estão sendo revertidos aos supermercados, que visivelmente aumentaram seu faturamento nesse período. Com o aumento de teleconferências, nunca vimos tantos aplicativos e formatos de comunicação remota, valorizando por exemplo, a empresa Zoom Video Communications.

E é assim que a banda toca, em qualquer situação econômica, SEMPRE alguns setores vão estar crescendo e outros em recessão, no momento é a pandemia que está orquestrando, mas quando passar, teremos outros “maestros”(aproveitando o trocadilho).

Agora fica uma colocação final: Estávamos acostumados com a pista seca e correndo dentro do nosso limite, e de repente começou a chover. E para apimentar um pouco mais: Alguns especialistas já arriscam dizer que o mundo a qual vivemos nunca mais será o mesmo (ou não tão cedo) e temos que nos adaptar ao “novo normal”, com uma alteração radical nos nossos hábitos de consumo e vida.

Nesse novo normal, o que você ou sua empresa está fazendo para “sair do trilho” (sua zona de conforto), e conseguir um melhor “tempo” para ultrapassar seus adversários nessa corrida?

Como falei em um vídeo anterior, não existe receita ou fórmula mágica, mas devido ao grande consumo e audiência no online – Segundo a pesquisa feita pela Qualibest em março: A Pandemia aumenta o consumo online dos brasileiros em 51% – Então sugiro que invistam em marketing digital direcionado, conteúdo de valor relevante, para atender essa nova demanda.

Se trabalha com serviço, “embale seu serviço” transformando-o em produto para vender, por exemplo: Uma produtora de vídeo passa a vender um curso sobre como gravar vídeos melhores apenas com o celular. Se trabalha com produto, agregue serviço a ele gerando valor percebido ao mesmo, por exemplo: Uma pizzaria, que explora a harmonização de vinho ou cerveja de acordo com seu cardápio.

Pense fora da caixa, gere conteúdos relevantes com veracidade e respeito, gerando reciprocidade, interatividade e relacionamento.

Comente aqui ou nas redes sociais como está fazendo para “pilotar nessa chuva” e ter bons resultados.

Campanhas no YouTube podem ajudar a sua empresa a aumentar o faturamento. Como?

O YouTube é o segundo site mais acessado do mundo, perdendo apenas para o Google.com. Com ele, as empresas, antes mesmo da pandemia, já utilizavam de forma assídua publicidades em vídeo. Mas quais os principais motivos de utilizar campanhas de YT?

1️⃣ Maior identificação com o público
2️⃣ Mais informação em menos tempo
3️⃣ Excelente alcance
4️⃣ Custo reduzido
5️⃣ E muitos outros … muitos outros mesmo!

Após o Covid-19, houve um aumento de consumo de conteúdo em vídeo, o que potencializou ainda mais as divulgações. Veja um pesquisa divulgada pelo Google esta semana:

✅ 30% das pessoas estão assistindo mais o YouTube do que na última semana;

✅ 40% passam mais de 3 horas por dia conectadas no YouTube;

✅ Consumo massivo de filmes, séries, humor, gastronomia, educação, exercícios, notícias…

Em resumo, a audiência do seu consumidor neste momento está ainda mais voltada para dentro da plataforma, consumindo mídia em vídeo. Repense as estratégias. Você pode atingir este usuário de muitas formas diferentes dentro do universo do YouTube, e influencia-lo de maneira positiva no processo de compra.

Para entender as possibilidades para o seu negócio, basta me chamar!

Por André Rocha
Especialista em Google Ads, Neuromarketing e Comportamento do Consumidor
@andrerochamkt

Quando devo investir em marketing?

Henry Ford – Wikipédia, a enciclopédia livre

Vou começar esse post com uma frase marcante de um dos maiores empreendedores do século ― “Se eu tivesse um único dólar, investiria em propaganda.” ― Henry Ford

Ela por si só, ja seria o bastante, mas infelizmente a nossa cultura latina é muito diferente da Norte americana. A frase que mais ouço entre os pequenos e micro empresários ― Se sobrar dinheiro, invisto em marketing ou publicidade. ― e o inverso é proporcionalmente igual, ao primeiro temor de faturamento, o marketing é cortado como uma unha que pode ser aparada, não importa o seu tamanho, pois sempre pensamos, “não preciso de marketing, o que funciona é o boca-a-boca.” Exatamente! Esse é o “oconcur” desejado no marketing, quando o seu produto ou serviço fica “na boca do povo”, ao ponto da marca ser mais lembrado que o produto, como:

  • Cotonete (Hastes flexíveis com algodão para limpeza de ouvido)
  • Bombril (lã de aço)
  • Maizena (amido de milho)
  • Danone (iorgute a base de leite
  • Gilette (lâmina de barbear)

Entre outros, mas não se engane, o valor investido em Branding (construção e consolidação de uma marca) dessas empresas é bilionário, além de ficarem por um longo tempo no mercado sem concorrência, praticamente impossível nos dias atuais com a internet, ou seja, sua empresa precisa de marketing, nem que seja marketing de relacionamento.

Não vou entrar na questão da diferença de design, publicidade e marketing, pois é assunto para outro post, mas voltando a nossa moeda, fica um ditado entre o gasto x investimento:

R$ 10,00 gastos é CARO.
R$ 1.000,00 investidos em marketing e publicidade é BARATO.

A grande diferença é o retorno que cada um esta dando, nem quer for mínimo, o investimento tem que ter retorno superior ao investido, direto ou indiretamente.s

Mas ai vem a grande bagunça no empresariado brasileiro, como saber o que realmente está funcionando e não ficar somente na percepção ou “achômetro”.

Mais uma vez, não existe manual ou fórmula mágica, existe MATEMÁTICA. Simples não? Pra ser mais exato, estatística. Como?

Muitos vão responder: Tráfego X Conversão, mesmo sem saber a fundo, mas ouvem muito esses termos. Eu acrescento um pouco mais de tempero nessa equação.

Tráfego x Engajamento x Conversão

O engajamento é o grande fator do seu avatar (público desejado) querer comprar, pois se encantou com o produto/serviço, pois algum desses gatilhos foi acionado:

  • Desejo
  • Resposta a dor
  • Resposta ao medo
  • Solução de algum problema

Se você é varejista, esta controlando o impacto em novas vendas e recorrência (manutenção) desse cliente?

Se é serviço, esta controlando seu funil de vendas, para saber onde esta convertendo mais ou menos?

As campanhas sempre precisam ser ajustadas e medidas, mas para isso precisa do outro lado do trabalho, principalmente campanhas digitais, como falado, não existem mágica, existe ação > análise > resultado e volta a ação, ajustando o que for necessário.

Não se engane. A venda está ligada totalmente ao marketing e publicidade.

E quem não quer vender mais, não é mesmo?

Claro que existe uma diferença entre vender mais e faturar mais (como falo em outro post – link) , respondendo a pergunta do título, se você abre mão de investir em marketing e publicidade, não só abre mão de vender mais, mas até de manter suas vendas a médio prazo.

Você pode estar pensando, “Pra mim isso não funciona!”

Tenho uma notícia pra você, existem várias maneiras trabalhar o marketing.

O segredo em ter resultados satisfatórios é saber qual é o correto para o seu tipo de negócio.